Freen : A energia para o futuro
28 jul. 2026
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Para a Freen, o crescimento da energia eólica na Europa reflecte uma mudança estrutural, impulsionada pela descentralização e pelos sistemas híbridos. A transição energética está a acelerar na Europa e abre caminho a novos modelos de produção descentralizada, onde a energia eólica, solar e o armazenamento assumem um papel cada vez mais inteFREENgrado. Em entrevista à Executive Digest, Kate Samedova, Sales executive da Freen, analisa as principais dinâmicas do sector, o crescimento da energia eólica e o papel dos sistemas híbridos na construção de uma maior independência e resiliência energética. O investimento no mercado português surge como uma oportunidade estratégica para a empresa, que identifica condições particularmente favoráveis ao desenvolvimento de projectos híbridos de energia renovável ao serviço de empresas e comunidades.
Como é que a Freen vê o actual crescimento da energia eólica a nível global e em toda a Europa, e que factores estão a impulsionar este dinamismo? Vemos a energia eólica a entrar numa nova fase. Durante muitos anos, as energias renováveis eram frequentemente debatidas sobretudo numa perspectiva ambiental. Hoje, são cada vez mais encaradas como uma questão de segurança energética, resiliência empresarial e estabilidade económica a longo prazo. Em toda a Europa, empresas, explorações agrícolas e proprietários de habitações procuram formas de reduzir a exposição à volatilidade dos preços da electricidade e à incerteza da rede eléctrica. Ao mesmo tempo, a electrificação está a aumentar a procura de energia fiável. Isto cria um forte impulso para sistemas renováveis descentralizados, capazes de gerar electricidade mais perto do local onde é consumida. Os governos e as instituições europeias estão a incentivar cada vez mais os países e os cidadãos a reduzirem a dependência dos combustíveis fósseis e a prepararem-se para futuras incertezas energéticas. À medida que os preços da energia aumentam e as tensões geopolíticas continuam a afectar os mercados globais, a dependência das redes eléctricas centralizadas e das cadeias de abastecimento de combustíveis fósseis é cada vez mais vista como uma vulnerabilidade.
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