Perguntas e respostas: Quem detém os operadores das redes elétricas na Europa e o que pode mudar na REN?
25 ago. 2026
A entrada do Estado poderá também pôr fim a uma singularidade portuguesa: entre os 36 países representados na rede europeia, Portugal é o único onde o Estado não detém qualquer participação no capital do operador da rede de transporte de eletricidade.O Estado português prepara-se para regressar ao capital da REN, mais de uma década depois de ter vendido a participação que ainda detinha na empresa que gere as redes nacionais de transporte de eletricidade e gás. A operação, acordada entre a Parpública e a Pontegadea e que ainda precisa de visto do Tribunal de Contas, prevê a aquisição de 13,7% da REN, tornando o Estado português no segundo maior acionista da empresa, atrás da chinesa State Grid, que detém 25% do capital. O Estado português prepara-se para regressar ao capital da REN, mais de uma década depois de ter vendido a participação que ainda detinha na empresa que gere as redes nacionais de transporte de eletricidade e gás. A operação, acordada entre a Parpública e a Pontegadea e que ainda precisa de visto do Tribunal de Contas, prevê a aquisição de 13,7% da REN, tornando o Estado português no segundo maior acionista da empresa, atrás da chinesa State Grid, que detém 25% do capital. PubA entrada do Estado poderá também pôr fim a uma singularidade portuguesa: entre os 36 países representados na rede europeia dos operadores de transporte de eletricidade (ENTSO-E), Portugal é o único onde o Estado não detém qualquer participação no capital do operador da rede de transporte de eletricidade. Eis algumas perguntas e respostas sobre o que já se sabe do negócio: A REN é mesmo o único operador de rede 100% privado na Europa? Entre os 36 países representados na rede Europeia de Operadores de Redes de Transporte de Eletricidade (ENTSO-E), sim.
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