Carglass cria em Viseu primeira comunidade de energia renovável da empresa em Portugal
30 set. 2026
A instalação fotovoltaica, desenvolvida em parceria com a SES Energia, é composta por 42 módulos de 580 Wp, com uma potência total instalada de 24,36 kWp. A produção anual estimada é de 32.670 kWh e poderá permitir à agência atingir até 65% de autonomia energética através de autoconsumo.A Carglass Portugal instalou na agência de Viseu – Coimbrões a primeira Unidade de Produção para Autoconsumo (UPAC) da empresa no país, num projeto-piloto que combina produção solar, autoconsumo e partilha de excedentes com consumidores próximos, foi divulgado em comunicado. Segundo a mesma fonte, a instalação fotovoltaica, desenvolvida em parceria com a SES Energia, é composta por 42 módulos de 580 Wp, com uma potência total instalada de 24,36 kWp. A produção anual estimada é de 32.670 kWh e poderá permitir à agência atingir até 65% de autonomia energética através de autoconsumo. A energia produzida é prioritariamente utilizada pela própria agência durante os períodos de funcionamento. Quando a produção ultrapassa o consumo, nomeadamente durante períodos de pausa e aos fins de semana, os excedentes podem ser partilhados no âmbito da comunidade de energia. A primeira entidade a beneficiar desta partilha será a associação “Os Amigos de Fragosela”, uma IPSS fundada em 1990 que presta apoio social à população local, incluindo serviços de apoio domiciliário e centro de dia para idosos. O projeto pretende testar um modelo de produção e utilização local de energia renovável antes de uma eventual replicação noutras instalações da empresa. Segundo a Carglass, a análise será feita caso a caso, existindo um potencial de escala superior a 2 MW de capacidade instalada nas suas agências em Portugal. “Este projeto transforma uma intenção de sustentabilidade numa solução concreta, implementada na nossa operação e com capacidade para gerar valor também além das nossas instalações”, afirma Patrícia Reis, responsável de Sustentabilidade da Carglass. A responsável acrescenta que Viseu será o ponto de partida para avaliar a possibilidade de replicar o modelo noutras localizações.
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