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Resultados da pesquisa "apren": 4

APREN alerta que Portugal pode perder investimento com atrasos no leilão eólico no mar

18 jun. 2026

A Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN) emitiu um aviso claro: Portugal arrisca-se a perder importantes investimentos internacionais devido aos sucessivos adiamentos no lançamento do leilão para a energia eólica offshore (instalada no mar). A associação sublinha que a estabilidade legislativa e o cumprimento dos calendários são vitais para fixar os investidores no país.

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Energia eólica assegura 25,4% do consumo em 2025 mas metas exigem resposta célere, segundo relatório “Parques Eólicos em Portugal”

18 jun. 2026

O relatório "Parques Eólicos em Portugal" revela que a energia eólica garantiu 25,4% do consumo elétrico nacional em 2025. Contudo, a Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN) deixa um alerta crítico: Portugal corre o risco de perder milhões de euros em investimento estrangeiro se continuar a adiar os leilões para a energia eólica no mar (offshore). Para atingir as metas climáticas ambiciosas, o país precisa de simplificação burocrática e uma resposta governamental célere.

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APREN aponta Estado como maior bloqueio ao investimento em renováveis

9 jun. 2026

A Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN) considera que os principais entraves ao investimento no setor não são financeiros nem tecnológicos, mas sim administrativos. Licenciamentos demorados, burocracia excessiva e falta de coordenação institucional continuam a atrasar projetos de energia renovável, comprometendo metas nacionais e europeias de descarbonização.

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APREN rejeita "mais uma camada de impostos" com IMI das renováveis

7 dez. 2025

O presidente da APREN – Associação Portuguesa de Energias Renováveis, Pedro Amaral Jorge, criticou a possível aplicação de IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis) sobre equipamentos essenciais de produção de energia renovável. Segundo a APREN, esta medida — decorrente de acórdãos recentes do Supremo Tribunal Administrativo — acrescentaria uma nova carga fiscal num setor já bastante tributado, desincentivando investimentos em renováveis em Portugal e reduzindo a competitividade face a Espanha. A associação apelou ao Governo para considerar a carga fiscal global antes de introduzir mais impostos ao setor.

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