PortuloGOs: uma nova energia em Portugal
20 out. 2026
Com ADN espanhol e alma portuguesa, a PortuloGOs cresceu, cliente a cliente, preparando-se, agora, para chegar às famílias. A diretora, Pilar González, relembra o percurso.
Foi planeada em plena pandemia, entrou num mercado maduro e concentrado em Portugal e, 4 anos depois do seu surgimento em terras lusas, prevê ultrapassar os 200 milhões de euros de faturação. Esta é, de forma resumida, a história da PortuloGOs (uma empresa de distribuição de energia), a qual se confunde com a da sua diretora, Pilar González. Ambas cresceram num país que lhes era desconhecido, mas que abraçaram como sendo a sua casa.
O início A história da PortuloGOs começa em Espanha. Do grupo LoGOs Power nasceu a LoGOs Energía, uma comercializadora com sede no norte do país vizinho que foi alargando progressivamente a distribuição de energia a todo o território espanhol. Em 2020, com a pandemia de Covid-19, a empresa, como todas as outras, viu-se obrigada a repensar a sua forma de atuação: é que as visitas presenciais a clientes e reuniões físicas deixaram de existir de um dia para o outro. A alternativa? Apostar no digital. Mas havia algo que a empresa não queria abdicar: a dimensão humana no momento da contratação. “Não queríamos ser um site frio que vende energia; queríamos continuar a ser pessoas a falar com pessoas, ainda que através de um ecrã”, recorda Pilar González, atual diretora da PortuloGOs. Foi neste contexto que surgiu um objetivo claro: crescer na Península Ibérica.
Destino: Portugal Com o objetivo traçado, Portugal era, assim, o destino. E, com ele, surgiu uma nova marca dentro do grupo: a PortuloGOs. Mas “entrar em Portugal não foi um capricho nem uma ideia improvisada”, sublinha a responsável. O CEO do grupo, José Payno, tinha trabalhado 7 anos no mercado português e conhecia de perto os pontos fortes e as fragilidades do setor energético. A estratégia de entrada estava, por isso, definida desde o início. O desafio, ainda assim, era considerável: tratava-se de um mercado maduro e muito concentrado, além de que o momento estava marcado por uma crise energética criada pela pandemia. A chave esteve nos parceiros locais. Foram os primeiros distribuidores e parceiros em Portugal que permitiram à empresa estabelecer uma presença real e “criar raízes no país”.
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